Título: Olhar Catorze
Material: Pastel a Óleo da marca OSAMA PAS s/ papel SENNELIER 340 g/m².
Dimensão: 40 cm x 60 cm
A simplificação começa a aparecer, a forma do olhar está colocado em apenas um olho, este por sua vez carregará o peso de mostrar o sentir do personagem. O ponto positivo é que será trabalhado com as formas chegando e saindo desse olhar. Nesta pintura vamos encontrar os cipós na cor preta se embrenhando com sobrancelhas e cílios.
A claridade representada na cor amarela trespassa de dentro do olho para as laterais, as pálpebras lembram montanhas, a seqüência da pupila, íris e o globo ocular, denotam uma transposição da forma semicircular, como em um alinhamento de planetas. As formas são simples, mas coesas. A cor preta, o amarelo limão e ouro, o marrom e o verde fazem a composição cromática. Esta pintura foi realizada em uma única etapa.
ESTE BLOG DESTINA-SE A APRESENTAÇÃO DE MEUS TRABALHOS DE DESENHO, NANKIM E PINTURA
23 abril 2011
TCC - OLHAR TREZE
Título: Olhar Treze
Material: Pastel a Óleo NEOPASTEL s/ Papel FABRIANO PITTURA 400 g/m².
Dimensão: 70 cm x 100 cm
Coloco esta pintura em sua primeira fase, dentro dos trabalhos este mostra os olhos mais tristes, realizados com a cor preta e a cinza, a composição toda me agrada e por isso a coloco. O que falta é trazer mais vida, aproximar do espectador, realçar o preto na folha, nos olhos, enfim colocá-lo para fora do papel.
Utilizando a cor preta, o vermelho e a cinza, vamos trazer a tristeza no olhar. Olhar este que está emergindo no meio da folha, porém a sua inserção não aparece como uma continuação da folha, mas sim, como se estivesse rompendo, rasgando-a, e só depois desse ato começa a se fundir com as partes.
Os olhos foram realçados com o preto, a claridade refletida que se apresenta nas pálpebras e íris na cor cinza também foram realçadas. Na folha a cor preta surgiu nos traços fortes próximo aos olhos e no começo da folha. A composição se aproximou mais do observador, os olhos ficaram mais tristes e o conjunto ganhou mais expressividade, direcionando o movimento para o olhar que está fixo. Neste trabalho a natureza e o olhar começam a misturar seus traços, o fim de um é o começo do outro, como uma continuação. Alguns traços dos olhos seguem em direção ao início da folha. Neste momento começa um ato de fusão entre o ser humano e a natureza.
Esta pintura dentro da minha proposta seria o ponto de parada para este Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), onde o ser humano começa a fazer parte realmente da natureza e deixa de ser apenas aquele que vê, reclama, atua, briga, mas, o ser humano que sente e se embrenha, se envolve.
Porém, com a continuação dos trabalhos, o tema começou a fluir e fruir, e sendo assim, vou dar continuidade e mostrar o começo desta nova fase, onde o ser humano passa a se integrar, acariciar, se envolver, brotar da mesma raiz, ocupando o mesmo espaço, porque são apenas um.
Não haverá um fim, mas, abertura para uma continuação, da forma mais variada e possível. Podem não ser olhares tão nítidos, mas estará lá, fazendo sua parte, sendo uma seqüência, como o vento, o céu, não há começo nem fim, o infinito deste universo.
A partir do próximo trabalho, ou seja, o décimo quinto, continuo com as características, tanto dos traços como de minha colocação com relação às pinturas. Neste próximo trabalho, o enfoque é para uma relação maior do que entendo, entre ser humano e natureza, culminando com o que realizo plasticamente.
Material: Pastel a Óleo NEOPASTEL s/ Papel FABRIANO PITTURA 400 g/m².
Dimensão: 70 cm x 100 cm
Coloco esta pintura em sua primeira fase, dentro dos trabalhos este mostra os olhos mais tristes, realizados com a cor preta e a cinza, a composição toda me agrada e por isso a coloco. O que falta é trazer mais vida, aproximar do espectador, realçar o preto na folha, nos olhos, enfim colocá-lo para fora do papel.
Utilizando a cor preta, o vermelho e a cinza, vamos trazer a tristeza no olhar. Olhar este que está emergindo no meio da folha, porém a sua inserção não aparece como uma continuação da folha, mas sim, como se estivesse rompendo, rasgando-a, e só depois desse ato começa a se fundir com as partes.
Os olhos foram realçados com o preto, a claridade refletida que se apresenta nas pálpebras e íris na cor cinza também foram realçadas. Na folha a cor preta surgiu nos traços fortes próximo aos olhos e no começo da folha. A composição se aproximou mais do observador, os olhos ficaram mais tristes e o conjunto ganhou mais expressividade, direcionando o movimento para o olhar que está fixo. Neste trabalho a natureza e o olhar começam a misturar seus traços, o fim de um é o começo do outro, como uma continuação. Alguns traços dos olhos seguem em direção ao início da folha. Neste momento começa um ato de fusão entre o ser humano e a natureza.
Esta pintura dentro da minha proposta seria o ponto de parada para este Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), onde o ser humano começa a fazer parte realmente da natureza e deixa de ser apenas aquele que vê, reclama, atua, briga, mas, o ser humano que sente e se embrenha, se envolve.
Porém, com a continuação dos trabalhos, o tema começou a fluir e fruir, e sendo assim, vou dar continuidade e mostrar o começo desta nova fase, onde o ser humano passa a se integrar, acariciar, se envolver, brotar da mesma raiz, ocupando o mesmo espaço, porque são apenas um.
Não haverá um fim, mas, abertura para uma continuação, da forma mais variada e possível. Podem não ser olhares tão nítidos, mas estará lá, fazendo sua parte, sendo uma seqüência, como o vento, o céu, não há começo nem fim, o infinito deste universo.
A partir do próximo trabalho, ou seja, o décimo quinto, continuo com as características, tanto dos traços como de minha colocação com relação às pinturas. Neste próximo trabalho, o enfoque é para uma relação maior do que entendo, entre ser humano e natureza, culminando com o que realizo plasticamente.
TCC - OLHAR DOZE
Título: Olhar Doze.
Material: Pastel a Óleo da marca LION s/ papel SENNELIER 340 g/m².
Dimensão: 40 cm x 60 cm
Com este trabalho vou terminando uma fase que começou chamando a atenção para os problemas, dentro da minha ótica e percepção. A natureza e o ser humano dentro da composição tinham seus espaços e formas bem definidas. Nesta pintura trazemos a definição exata do papel que o ser humano está desenvolvendo. Existe o espanto ou surpresa e uma divisão que podemos notar bem. Dentro da minha análise, perante o que desejo mostrar, a natureza se faz presente através dos traços na cor preta e verde situadas no lado esquerdo do observador, os traços são fortes e mostram claridade, demonstram um clima caótico, sem muita vida, mas muito expressivo. Há uma briga visual entre os ramos e galhos com o olhar ao fundo.
Material: Pastel a Óleo da marca LION s/ papel SENNELIER 340 g/m².
Dimensão: 40 cm x 60 cm
Com este trabalho vou terminando uma fase que começou chamando a atenção para os problemas, dentro da minha ótica e percepção. A natureza e o ser humano dentro da composição tinham seus espaços e formas bem definidas. Nesta pintura trazemos a definição exata do papel que o ser humano está desenvolvendo. Existe o espanto ou surpresa e uma divisão que podemos notar bem. Dentro da minha análise, perante o que desejo mostrar, a natureza se faz presente através dos traços na cor preta e verde situadas no lado esquerdo do observador, os traços são fortes e mostram claridade, demonstram um clima caótico, sem muita vida, mas muito expressivo. Há uma briga visual entre os ramos e galhos com o olhar ao fundo.
TCC - OLHAR ONZE
Título: Olhar onze
Material: Pastel a Óleo KOH-I-NOOR HARDTMUTH Profissional s/ vidro opaco.
Dimensão: 49 cm x 70 cm.
Material: Pastel a Óleo KOH-I-NOOR HARDTMUTH Profissional s/ vidro opaco.
Dimensão: 49 cm x 70 cm.
Trabalho realizado no vidro temperado com leve jateamento de areia em um dos lados. Este posicionamento do olhar mostra a preocupação pelo que estamos fazendo agora, porém a fragilidade e a impossibilidade ainda estão presentes. A cor azul demonstra paz, tranqüilidade, serenidade, porém vamos encontrar um olhar fixo que presta muita atenção, realçado pelos contornos em preto. A natureza se faz presente pelos ramos verde posicionado a frente do personagem e pelos ramos em ocre que estão atrás. O espectador se mantém atento na visualização dos dois lados do suporte, que mostram traços diferentes. Enquanto vamos ter traços largos na parte opaca, o lado liso mostra os traços mais sutis, rápidos e mais finos.
TCC - OLHAR DEZ
Título: Olhar Dez
Material: Pastel a Óleo SAKURA CRAY-PAS JÚNIOR estudantil diluído com Óleo de Linhaça s/ Tela tipo Painel
Dimensão: 40 cm x 50 cm.
Material: Pastel a Óleo SAKURA CRAY-PAS JÚNIOR estudantil diluído com Óleo de Linhaça s/ Tela tipo Painel
Dimensão: 40 cm x 50 cm.
Utilizando a técnica do pastel a óleo diluído com óleo de linhaça, mostro um trabalho em que alterno o empasto com os traços, buscando um ponto de equilíbrio para minha própria compreensão. O suporte utilizado é a tela do tipo painel e apresentou-se mais flexível que a tela utilizada anteriormente. A diluição destes pastéis tornou os bastões bem mais untuosos, com isso surgiu a necessidade de esperar os bastões secarem um pouco para poder utilizá-los tendo uma propriedade boa para segurar.
TCC - OLHAR NOVE
Título: Olhar Nove
Material: Pastel a Óleo Flying Eagle Estudantil s/ Papel Sennelier 340 g/m².
Dimensão: 40 cm x 60 cm
O tempo deixa marcas, algumas profundas, outras amenas, mas, de alguma forma a sua passagem fica registrada. No ser humano vamos encontrar essas marcas mais visíveis no rosto, onde surgem as rugas, acentuam-se as marcas de expressão. È exatamente neste ponto que começo descrevendo este trabalho, com fortes marcas de expressão que registrei nos olhos do nosso personagem. As marcas representadas pelos fortes traços em carmim trazem ao espectador uma primeira visão de embaraço, devido aos traços que se cruzam entre os olhos, e a quantidade que está acima do usual utilizada no restante do rosto. Esses traços foram dispostos para dar o impacto de exagero, pois, as marcas todos nós teremos, mas, o que fazemos à natureza será revertido para nós mesmos, sendo assim, essas marcas representam o quanto de malefícios estamos ocasionando.
Material: Pastel a Óleo Flying Eagle Estudantil s/ Papel Sennelier 340 g/m².
Dimensão: 40 cm x 60 cm
O tempo deixa marcas, algumas profundas, outras amenas, mas, de alguma forma a sua passagem fica registrada. No ser humano vamos encontrar essas marcas mais visíveis no rosto, onde surgem as rugas, acentuam-se as marcas de expressão. È exatamente neste ponto que começo descrevendo este trabalho, com fortes marcas de expressão que registrei nos olhos do nosso personagem. As marcas representadas pelos fortes traços em carmim trazem ao espectador uma primeira visão de embaraço, devido aos traços que se cruzam entre os olhos, e a quantidade que está acima do usual utilizada no restante do rosto. Esses traços foram dispostos para dar o impacto de exagero, pois, as marcas todos nós teremos, mas, o que fazemos à natureza será revertido para nós mesmos, sendo assim, essas marcas representam o quanto de malefícios estamos ocasionando.
TCC - OLHAR OITO
Título: Olhar Oito
Material: Pastel a Óleo KOH-I-NOOR HARDTMUTH Profissional s/ madeira maciça.
Dimensão: 29,5 cm x 40,3 cm
Material: Pastel a Óleo KOH-I-NOOR HARDTMUTH Profissional s/ madeira maciça.
Dimensão: 29,5 cm x 40,3 cm
A composição continua com o envolvimento da madeira que está em repouso e o personagem que dorme. Desta vez um personagem infantil pintado com traços negros, com meios tons determinados com o azul. Os traços seguem a linha expressiva, e ganham um enfoque maior por conta do empaste na lateral direita do personagem. A claridade é determinada pela própria coloração da tábua. Os olhos bem fechados mostram o sono profundo, o nariz presente determina a posição dos olhos e da face do jovem.
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